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Santa Casa de Itapeva se une aos demais hospitais filantrópicos em manifestação

Josoel Borges 10 de setembro de 2014
Santa Casa de Itapeva se une aos demais hospitais filantrópicos em manifestação

No dia 25 de setembro, Santas Casas e Hospitais Filantrópicos farão paralisação nacional da assistência eletiva 

Os participantes do 24º Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos definiram o dia 25 de setembro como data oficial para uma paralisação nacional da assistência eletiva, cobrando soluções do governo para a crise instalada na Saúde.

A decisão foi tomada após a manifestação dos participantes do congresso em frente ao Palácio do Planalto, pedindo mais recursos ao Governo. Uma comissão formada por presidentes de Federações entregou um documento contendo os pleitos do setor no Palácio, que deve ser encaminhado à presidente Dilma Rousseff. 

Nessa data, todos os colaboradores das Instituições usarão roupa preta em sinal de luto. Segundo o presidente da Fehosp (Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Estado de São Paulo), o manifesto será realizado de maneira que cause menos prejuízos possíveis aos pacientes. “O contratempo é passageiro, mas servirá para a busca de uma solução definitiva”, explica Edson Rogatti. 

De acordo com o superintendente da Santa Casa de Itapeva, apoiar o movimento é fundamental para mostrarmos às nossas autoridades que precisamos de recursos para melhorar a assistência à saúde da população. “Há tempos lutamos para mostrar as dificuldades enfrentadas pelas instituições que prestam serviços ao SUS. No ano passado apoiamos o manifesto Tabela SUS – Reajuste Já. Continuamos participando das ações lideradas pela Fehosp. No dia 25 de setembro, paralisaremos alguns dos nossos serviços eletivos, unindo forças as demais instituições, buscando uma atenção maior por parte dos nossos governantes”, explica Aristeu de Almeida Camargo Filho, superintendente. 

Aristeu destaca, ainda, que essas ações são necessárias, pois medidas não foram tomadas e as Santas Casas continuam cada vez mais deficitárias e subfinanciadas por todas as esferas de governo.